
A NEC renovou por mais três anos o contrato com o Instituto de Identificação do Estado de Goiás para o fornecimento de soluções avançadas de biometria digital. A companhia foi selecionada após um processo licitatório que incluiu a realização de uma prova de conceito para validação das principais funções e tecnologias propostas. Com o novo acordo, o órgão tem atualizadas as tecnologias de biometria para impressões digitais, palmar e reconhecimento facial, fortalecendo sua capacidade operacional nos processos de identificação civis e criminais.
A modernização será sustentada pela plataforma NEC MBIS (Sistema de Identificação Biométrica Multimodal), desenvolvida pela NEC, que reúne funcionalidades avançadas de comparação biométrica e disponibiliza, por meio de aplicações WEB, os recursos de identificação civil e criminal. Sobre essa estrutura operação, além da integração com o workflow e aplicações de uso civil, as soluções NeoFace Reveal e IBW, tecnologias proprietárias da companhia utilizadas para fins de identificação criminal.
"Essa renovação reforça a confiança do Instituto de Identificação de Goiás na capacidade da NEC de entregar inovação, confiabilidade e desempenho para missões críticas. O investimento em biometria avançada é um elemento estratégico para ampliar a eficiência dos serviços prestados à população e apoiar as atividades de segurança pública", afirma Daniel Bergonzelli, diretor da unidade de negócios de identificação digital da NEC na América Latina.
Segundo Bergonzelli, a plataforma NEC MBIS proporciona ganhos expressivos de produtividade para as equipes técnicas do Instituto. "A solução permite que o software seja disponibilizado via WEB, eliminando a necessidade de instalações físicas e reduzindo significativamente o tempo de implementação e atualização. Além disso, as aplicações fornecidas pela NEC seguem as melhores práticas adotadas no mercado norte-americano, um dos mais exigentes do mundo neste segmento, baseadas no conceito ACE-V (Análise, Comparação, Avaliação, Verificação) — para análise de latentes digitais e de comparação morfológica de imagens faciais baseada no Grupo de Trabalho Científico de Identificação Facial (FISWG) que contribuem para elevar os níveis de precisão e confiabilidade das análises biométricas", destaca.
Bergonzelli ressalta, ainda, que a NEC permanece exclusivamente como provedora da solução, sem qualquer acesso aos dados dos cidadãos ou às bases mantidas pelo Instituto. "Nossos algoritmos passaram por um processo contínuo de evolução ao longo dos anos até chegarem à atual geração de soluções. No caso da suíte IBW, por exemplo, os peritos papiloscopistas contam com ferramentas que agilizam a pesquisa, a comparação e a validação de impressões digitais, permitindo análises mais rápidas e assertivas no suporte às investigações e aos processos de identificação de casos criminais", conclui.