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Itapecuru: Prefeitura doará prédio do matadouro a catadores de materiais recicláveis

Defensoria Pública do MA intermediou acordo que tem apoio do MP e Fórum local

17/07/2020 06h00Atualizado há 3 meses
Por: Redação
Fonte: Ascom Defensoria Pública do MA
Representantes da prefeitura, coorpercarim e defensoria pública após acordo. Foto: Divulgação
Representantes da prefeitura, coorpercarim e defensoria pública após acordo. Foto: Divulgação

Fruto de articulação da Defensoria Pública estadual, ainda em 2019, a Cooperativa dos Catadores de Recicláveis de Itapecuru-Mirim (Coopercarim) já começou, esta semana, a ocupação de galpão cedido pelo Município, visando organizar os catadores e catadoras de materiais recicláveis da região para iniciar atividades e fomentar a valorização da classe.

As tratativas foram conduzidas pelo defensor público Alex Pacheco Magalhães junto ao Município, em 2019, quando ficou acertado em acordo extrajudicial a doação de área localizada no Matadouro I. Com isso, em breve, os profissionais deverão iniciar as atividades de administração, coleta seletiva e descarte de resíduos sólidos de Itapecuru e regiões, beneficiando diretamente a população, contribuindo com a limpeza pública e preservando o meio ambiente.

Segundo o defensor, a atuação demonstra o compromisso da Defensoria na mediação e no fortalecimento de diálogos interinstitucionais com o intuito de fomentar políticas públicas e garantia de direitos para a sociedade, dentre elas a geração de emprego e renda.

“A atuação da Defensoria se deu a partir da provocação da cooperativa, visando um acordo que garantisse alguma área para que pudessem desempenhar suas atividades. Contamos com a sensibilidade dos gestores municipais, como os representantes da Secretaria de Meio Ambiente e do procurador do Município, que garantiram a destinação da referida área. Agora, os profissionais prestarão um importante serviço de coleta seletiva e reciclagem para a comunidade”, destacou Alex Pacheco, à época titularizado naquela comarca.

“Vamos iniciar o nosso trabalho, após apoio de diversas instituições, dentre elas a Defensoria Pública. O terreno está há anos desativado e agora terá uma serventia para pessoas como nós que precisamos ganhar a vida, além de ser um benefício para a comunidade, pois será mais um local de emprego e renda”, concluiu a presidente da cooperativa, Fabiana Luiz de Oliveira.

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